segunda-feira, 13 de julho de 2009

A dor é inevitável...o sofrimento é opcional...

DEFINITIVO!

Definitivo, como tudo o que é simples.

Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco,
mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema,
para conversar com um amigo, para nadar, para namorar
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco,
mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando
a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso:

Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento,perdemos também a felicidade.

A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional....

Carlos Drummond Andrade

quarta-feira, 8 de julho de 2009



Sobre a obra
Valesca sempre usou vestidos muito rodados e, por isso, ninguém conseguia se aproximar dela. Mas quando se apaixonou, decidiu abandonar a grandiosidade de suas roupas para permitir que seu amado ficasse mais perto. O livro mostra as barreiras que criamos para as pessoas e a força de um amor verdadeiro.
Do site LivroClip

http://www.livroclip.com.br/index.php

Hipertexto



excelente apresentação sobre hipertexto

sexta-feira, 3 de julho de 2009



São Paulo, 01 de julho de 2009 –


http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia.php?id_secao=4&id_conteudo=13764

A Intel apresentou ao mercado brasileiro seu mais novo modelo de Classmate PC, netbook projetado para atender o setor educacional. O portátil é o da linha conversível, que funciona também como tablet e já está disponível para fabricação local. Os primeiros modelos nacionais dessa linha devem estar prontos em outubro próximo.

Atualmente apenas duas indústrias locais têm acordos com a Intel para produção de Classmate, que são Positivo e CCE. A Intel não revela se outras empresas poderão vir a fabricar o produto, apenas informa que espera que o novo modelo chegue a um preço mais competitivo às instituições de ensino de todo o país.

Alan Markham, gerente de negócios e ecossistema para área educacional da Intel Brasil, afirma que o preço depende muito do pacote que será contratado pela escola, que poderá selecionar o tipo de aplicação que quer utilizar em sala de aula e também o treinamento dos professores.

O novo netbook Classmate PC pode ser convertido em tablet com tela sensível ao toque para permitir maior aproveitamento pelos alunos na sala de aula. A tela gira 180 graus para os dois lados e vem com câmera integrada de 1.3 megapixel.

Segundo a Intel, o novo design foi projetado com base em pesquisas com etnográficos e resultados dos pilotos para adoção na tecnologia realizados no Brasil e exterior. O objetivo é possibilitar que os estudantes tenham uma maior interaçao com o portátil, que funciona como um livro eletrônico.

O portátil vem equipado com chip Atom com configurações que levam memória de 1G ou 512 MB e HD de 16 GB, 8 GB e 4 GB. O equipamento traz recursos para conexão wireless e teclado resistente a água. Markham um dos destaques é o pacote de software educativo que acompanha o netbook para enriquecer o aprendizado dos alunos.

Um dos programas é o para criação e distribuição de aulas, bem como conteúdo digital. A ferramenta possibilita ao educador gerenciar as atividades em classe e monitorar as aplicações em uso.

"'O professor sabe em tempo real o que os alunos estão fazendo”, garante Markham. Há também software para avaliar o desempenho dos estudantes, administrar o acesso internet e inibir furtos. O netbook é baseado na plataaforma de gerenciamento da Intel vPro, que possibilita administrá-lo a distancia.

Essa tecnologia permite bloquear o equipamento em caso de furto ou roubo. A tecnologia da empresa pode ser aplicada também para cancelar o acesso do estudante, após determinado prazo. Esse recurso pode ser útil para quando o aluno faltar muitos dias na escola.

Laptop educacional

O Classmate PC concorre com o laptop de US$ 100 da OLPC (One Laptop per Child), defendido pelo cientista Nicholas Negroponte e foi lançado no mercado mundial em 2006. De lá para cá a máquina evoluiu em no ano passado passou a ser montado com processador Atom. No Brasil já há alguns pilotos para uso da tecnologia em sala de aula, sendo o maior projeto é o de Piraí.

A cidade fluminense adquiriu 5,5 mil unidades de Classmate PC da versão anterior. A adoção dos portáteis faz parte de uma iniciativa do governo municipal para implantação do programa Um Laptop por Aluno (UCA) em toda a rede de ensino público do município.

Com esse recurso, o educador pode compartilhar arquivos com os estudantes. em tempo real com os estudantes e também bloquear sites e aplicações, colocando em prática aulas colaborativas.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Hipertexto



O hipertexto pode ser definido como uma rede de nós entre os quais existem ligações (links), ou vínculos, que associam um nó ao outro. Os nós podem conter textos, gráficos, áudio e vídeo, bem como programas de computador executáveis ou outras formas de dados. Quando uma ligação é ativada, a partir da âncora do hiperdocumento, um salto é feito para o ponto associado pela ligação, que pode ser uma palavra, frase ou nó inteiro do mesmo documento ou de outro.

O hipertexto é um texto não-linear, sem ponto fixo de entrada e de saída, sem uma hierarquia pré-determinada, sempre expansível e literalmente sem limites, que tem como componentes básicos as ligações, os nós e as âncoras.

Pierre Levy (1993) define hipertexto como um conjunto de nós ligados por conexões. Os nós podem ser palavras, páginas, imagens, seqüências sonoras ou documentos complexos. Os itens de informação não são obrigatoriamente ligados linearmente, como os elos de uma corrente, mas cada um deles pode estender como uma estrela e, dessa forma, cada nó pode, por sua vez conter uma rede inteira.

Um sistema hipertexto trabalha em colaboração com o usuário, o qual tem a inteligência para compreender o conteúdo semântico dos vários nós e determinar qual de suas ligações seguirá.

O hipertexto pode ser considerado como uma nova classe para o gerenciamento de informações, pois permite criar, anotar, unir, e compartilhar informações, proporcionando o acesso a estas de uma forma não-seqüencial, ao contrário dos sistemas de informações tradicionais, que são seqüenciais por natureza.

Uma forma simples de definir hipertexto é através do contraste que existe com os tradicionais livros de texto. Todas as formas de impressão ou mesmo arquivos de computadores são seqüenciais, ou seja, existe uma seqüência linear definindo a ordem que o texto deve ser lido. De maneira contrária, um hipertexto possui uma estrutura mais complexa, onde existem caminhos que podem ser percorridos em diversas ordens, quebrando a estrutura seqüencial.

"O hipertexto consiste de textos escritos não-seqüencialmente que permitem ao leitor escolher múltiplos caminhos e acessar informações em cadeia através da tela do computador em tempo real" (NELSON, 1960 e SNYDER, 1997:20 apud XAVIER, Antônio Carlos) [11].

http://www.dca.fee.unicamp.br/~leandro/tutoriais/IA010/portal.html

"Inclusão digital" é a palavra mais "sexy" no governo, diz Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira (26), durante evento em Porto Alegre, que a inclusão digital é a palavra "mais sexy" do governo atualmente. Ele afirmou que o governo está tomando medidas para fazer com que o país avance nessa área.

"O governo tem dez ministros que falam em inclusão digital. Inclusão digital é a palavra mais 'sexy' do governo, sabe? É a palavra mais 'sexy' --todo mundo fala", afirmou Lula, durante pronunciamento no 10º Fisl (Fórum Internacional do Software Livre).

"Então, eu precisava de um coordenador que falasse uma linguagem só para mim, e coloquei o companheiro César Alvarez, que é um gaúcho aqui do Rio Grande do Sul", disse o presidente, a respeito do assessor especial da Presidência da República para inclusão digital.

Entretanto, um dos principais programas do governo para essa área, chamado Um Computador por Aluno (UCA), ainda não decolou.

O projeto prevê a distribuição de 150 mil laptops para distribuição em escolas públicas, mas o processo de compra dos aparelhos se arrasta desde 2007 e o MEC já descartou entregá-los neste semestre.

Economia

Lula falou sobre as iniciativas adotadas para a área do software livre --o governo afirma ter economizado R$ 372 milhões com a adoção desse tipo de plataforma. Segundo Lula, houve uma "tensão imensa" entre os que defendiam a adoção do software livre e os contrários à ideia.

"Nós tínhamos que escolher: ou nós íamos para a cozinha preparar o prato que nós queríamos comer, com os temperos que nós queríamos colocar e dar um gosto brasileiro na comida, ou nós iríamos comer aquilo que a Microsoft queria vender para a gente. Prevaleceu, simplesmente, a ideia da liberdade", afirmou o presidente, no discurso.

Ele também ressaltou as mudanças sociais geradas pela informatização da sociedade, mas afirmou ser "analfabeto nesta questão da internet". "Meus filhos são todos doutores perto de mim", afirmou o presidente. "É a primeira vez que os netos são mais sabidos do que os avós."

Postado: Midiamax

terça-feira, 9 de junho de 2009

Programa 'Um Computador por Aluno' não sai do papel

A distribuição de laptops para alunos da rede pública, ideia abraçada pelo presidente Lula em 2005, virou um nó que o governo não consegue desatar.

Após o cancelamento da primeira compra em 2007, sob a alegação de que o preço teria ficado alto demais, o Ministério da Educação (MEC) reprovou tecnicamente o modelo de menor preço, no pregão eletrônico iniciado em dezembro de 2008.

Um novo teste será feito pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial), mas a demora ameaça a execução, este ano, do programa Um Computador por Aluno (UCA).

O que está em jogo é a aquisição de 150 mil laptops, para distribuição em 300 escolas públicas, em todos os estados.

As escolas farão parte de um projeto-piloto que, em tese, abriria caminho para a compra e entrega de laptops a milhões de estudantes, envolvendo recursos da União, de governos estaduais e prefeituras.

Na prática, porém, a transação não sai do papel, divide opiniões dentro do governo e, em termos pedagógicos, recebeu críticas do Tribunal de Contas da União (TCU).

A empresa brasileira Comsat, em parceria com a indiana Encore, ofereceu o menor preço: R$ 550,33 por máquina, um negócio de R$ 82,5 milhões. A reprovação no teste de aderência — em que os técnicos verificam se o produto segue as recomendações do edital — fez a Comsat partir para o ataque.

No mês passado, o procurador da empresa, Jackson Sosa, denunciou supostas irregularidades na avaliação. Segundo ele, o laptop foi inicialmente aprovado, mas concorrentes da Comsat teriam sido chamados a apontar falhas no equipamento.

Sosa anunciou que acionaria o TCU para verificar a lisura do MEC na condução do teste e defendeu o cancelamento do pregão:

— É mais pertinente ser cancelado, para que seja feito de maneira mais clara.

O MEC nega qualquer irregularidade e escalou o presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Daniel Balaban, para falar do assunto.

Segundo ele, representantes da Comsat acompanharam pessoalmente os testes e foram devidamente informados sobre os problemas detectados. Daniel diz que a empresa teve 48 horas para entregar uma nova máquina, como prevê o edital, mas não cumpriu o prazo.

— Edital é edital, não existe jeitinho — afirma o presidente do FNDE.

Inicialmente o MEC tinha restrições ao programa Um Computador por Aluno, que é tocado pela Presidência da República.

O chefe-de-gabinete adjunto do presidente Lula, Cezar Alvarez, é um entusiasta da iniciativa. Ele estava com Lula em Davos, na Suíça, em 2005, quando o professor do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), Nicholas Negroponte, lançou a proposta mundial de fabricação de laptops a US$ 100 para estudantes.

Alvarez lembra que algumas escolas já receberam laptops e que a experiência foi positiva. Ele argumenta que o computador de baixo custo é um projeto inovador no mundo inteiro, o que dificulta a sua testagem:

— Estamos num jogo comercial pesado — resume Alvarez.

Minha opinião:

É uma pena que este projeto esteja encontrando uma série de entraves; como professor que atuou no desenvolvimento deste projeto acho uma falta de respeito para com as escolas, educadores e educando, o constante atraso neste projeto. Não se presta nenhum serviço a educação brasileira com este mecanismo; sei muito bem o que significa o jogo comercial a qual o senhor Alvarez se refere porém educação está acima de qualquer coisa. A perda de tempo e dinheiro neste projeto pode transformar uma das mais belas propostas deste governo em uma triste realidade.


fonte da reportagem:
http://oglobo.globo.com/blogs/educacao/posts/2009/06/08/programa-um-computador-por-aluno-nao-sai-do-papel-193634.asp