Para a Dell Brasil, o modelo do governo brasileiro para o programa Um Computador por Aluno (UCA), que tem como alvo a compra exclusiva de computadores, precisa ser revisto. Apesar de adotar um tom conciliador e considerar todas as iniciativas na área como 'bem-vindas', Paul Bell, destacou que o projeto da companhia - lançado em São Paulo - envolve uma solução - hardware, software especial e treinamento para os professores. A partir de dezembro, a Dell fabricará no país o seu netobook educacional, mas prefere não compará-lo ao Classmate, da Positivo/Intel.
Para marcar os 10 anos de presença da Dell no Brasil, o país recebeu a visita de Michael Dell nos dois últimos dias. Ele lançou o projeto 'Sala de Aula Conectada', que está em piloto, por 12 meses, com equipamentos doados e conexão à Internet fornecida pelo governo de São Paulo, em 26 escolas e 31 salas de aula, abrangendo cerca de 6000 alunos. Na parte de conteúdo há uma parceria com a Universidade de São Paulo. O projeto será fiscalizado pela UNESCO.
A iniciativa não é nova. Ela já existe nos Estados Unidos, México, Índia, Reino Unido, mas é a primeira da fabricante no Brasil. "Educação é um setor onde queremos atuar fortemente". Nessa primeira fase, o modelo é um piloto, mas a expectativa da Dell é que municípios e a iniciativa privada aprovem o conceito e adquiram a solução - lousa interativa, conexão sem fio, projetor, sistema de som, impressora, estação móvel, notebook sensível a toque para os professores e netbooks educacionais para os alunos.
"No México, começamos com um piloto e depois vencemos uma concorrência, onde o governo forneceu o conteúdo educacional e nós toda a parte de equipamentos e serviços. São mais de 60 mil alunos beneficiados", observou Peter Wiegandt, diretor geral para a América Latina, também presente à coletiva de imprensa, realizada nesta quinta-feira, 05/11, na capital paulista.
Indagado pelo Convergência Digital sobre as críticas feitas pelo Presidente Lula ao preço do computador para aluno e do porquê de a fabricante não ter participado dos pregões recentes do governo federal na área de inclusão digital, o diretor geral da Dell no Brasil, Raymundo Peixoto, e Michael Dell, evitaram tecer comentários.
Peixoto, no entanto, deixou claro que do ponto de vista da empresa, o projeto UCA não é sustentável, o nas entrelinhas pode ser entendido como não rentável. Paul Bell, diretor da Dell para o setor público, frisou que a visão da companhia é de vender uma solução mais completa, apesar de a fabricante estar investindo na produção local do Latitude 2100, o seu netbook educacional, atenta à movimentação de mercado.
O equipamento possui características próprias para estudantes - é fino, possui capa emborrachada, é resistente aos impactos de possíveis quedas, possui uma alça, como se fosse uma lancheira, e o teclado é antibactericida, para evitar contaminações.
Oficialmente nenhum executivo da Dell comenta sobre a semelhança do projeto da empresa com o da Intel, tampouco aceitam que o netbook educacional seja comparado ao Classmate, da Positivo/Intel, utilizado, hoje, por exemplo, no Piraí Digital.
O projeto Sala de Aula Conectado, segundo Peter Wiegandt, diretor geral para a América Latina, foi apresentado apenas para o Governo de São Paulo. Planos para expandir para outros estados existem, mas é preciso negociar. "Queremos estar presentes em todo o pais, vamos trabalhar para isso", destacou.
O executivo, no entanto, garantiu que, dessa vez, não houve qualquer contato com o Governo Federal - que tem a inclusão digital como prioridade. "Nâo fomos ao governo. Michael Dell veio ao Brasil para comemorar os 10 anos da Dell e manter alguns contatos, mas não tivemos com o Governo Federal", concluiu Wiegandt.
fonte ; Convergência Digital
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Michael Dell anuncia estratégia da Dell na área educacional no Brasil
Em encontro programado para esta quinta-feira (5/11), o presidente e CEO da Dell, Michael Dell vai falar sobre a estratégia da empresa na área educacional bem como apresentar o programa Dell Connected Classroom e um computador criado para ser usado em salas de aula.
Computadores com foco no mercado educacional estão na pauta da maioria dos fabricantes que enxergam nesse nicho uma ótima oportunidade de negócios.
Em junho passado, por exemplo, a cidade fluminense de Piraí anunciou a compra de 5,5 mil computadores educacionais para serem usados na rede municipal de ensino. Os equipamentos, fornecidos pela Positivo, seriam utilizados a partir deste semestre pelos cerca de 6,2 mil alunos das 21 escolas municipais da cidade.
Na ocasião, o presidente da Luiz Inácio Lula da Silva, em discurso, disse que quando o projeto Um Computador por Aluno (UCA) foi desenhado, a indústria chegou a dizer que seria possível fornecer cada máquina por cerca de 100 dólares, valor que nunca foi alcançado na prática. Na licitação que o Ministério da Educação promove para a compra de 150 mil PCs, o preço médio dos equipamentos ofertados é de cerca de 300 dólares.
Lula afirmou que o governo vinha trabalhando com a perspectiva de que a indústria nacional pudesse produzir um computador mais barato, de quem se pudesse comprar em grande quantidade. “Mas a verdade é que ninguém conseguiu fazer isso. Sou o maior defensor da indústria nacional. Mas se a indústria não conseguir faz [isso] a um preço acessível, nós vamos ter de importar alguns para fazer com que a eles cheguem à população mais pobre desse País”.
A licitação do MEC, ainda não concluída, prevê o fornecimento de equipamentos com 515 MB de memória RAM mínima, tela de cristal líquido de, no mínimo, 7 polegadas e memória flash de pelo menos 1GB para armazenamento. Além disso, devem ser compatíveis com os padrões wireless 802.11b/g e ter câmera de vídeo e microfone integrados.
Mais iniciativas
Sinalizando sua estratégia no mercado educacional, a Dell lançou na terça-feira (3/11) a ampliação para o Brasil do programa Dell Youth Connect. Em parceria com o Comitê para Democratização da Informática (CDI), o programa tem o objetivo de atender cerca de 1.100 jovens de até 17 anos com aulas de informática e cidadania, além de engajamento em projetos culturais.
A empresa investirá 872 mil reais para patrocinar nove escolas da rede CDI – três em Campinas, três em São Paulo, e outras três em Porto Alegre (RS). Por meio da Dell Global Giving, a empresa também irá doar 55 máquinas ao primeiro centro comunitário Mega CDI, que deve ser inaugurado este mês no Rio de Janeiro.
Lançado no início de 2009 no México e na Índia, o Dell Youth Connect já recebeu cerca de 2,7 milhões de dólares da fundação Dell Global Giving e deve ser estendido para outros dez países no próximo ano.
fonte: PCworld
Computadores com foco no mercado educacional estão na pauta da maioria dos fabricantes que enxergam nesse nicho uma ótima oportunidade de negócios.
Em junho passado, por exemplo, a cidade fluminense de Piraí anunciou a compra de 5,5 mil computadores educacionais para serem usados na rede municipal de ensino. Os equipamentos, fornecidos pela Positivo, seriam utilizados a partir deste semestre pelos cerca de 6,2 mil alunos das 21 escolas municipais da cidade.
Na ocasião, o presidente da Luiz Inácio Lula da Silva, em discurso, disse que quando o projeto Um Computador por Aluno (UCA) foi desenhado, a indústria chegou a dizer que seria possível fornecer cada máquina por cerca de 100 dólares, valor que nunca foi alcançado na prática. Na licitação que o Ministério da Educação promove para a compra de 150 mil PCs, o preço médio dos equipamentos ofertados é de cerca de 300 dólares.
Lula afirmou que o governo vinha trabalhando com a perspectiva de que a indústria nacional pudesse produzir um computador mais barato, de quem se pudesse comprar em grande quantidade. “Mas a verdade é que ninguém conseguiu fazer isso. Sou o maior defensor da indústria nacional. Mas se a indústria não conseguir faz [isso] a um preço acessível, nós vamos ter de importar alguns para fazer com que a eles cheguem à população mais pobre desse País”.
A licitação do MEC, ainda não concluída, prevê o fornecimento de equipamentos com 515 MB de memória RAM mínima, tela de cristal líquido de, no mínimo, 7 polegadas e memória flash de pelo menos 1GB para armazenamento. Além disso, devem ser compatíveis com os padrões wireless 802.11b/g e ter câmera de vídeo e microfone integrados.
Mais iniciativas
Sinalizando sua estratégia no mercado educacional, a Dell lançou na terça-feira (3/11) a ampliação para o Brasil do programa Dell Youth Connect. Em parceria com o Comitê para Democratização da Informática (CDI), o programa tem o objetivo de atender cerca de 1.100 jovens de até 17 anos com aulas de informática e cidadania, além de engajamento em projetos culturais.
A empresa investirá 872 mil reais para patrocinar nove escolas da rede CDI – três em Campinas, três em São Paulo, e outras três em Porto Alegre (RS). Por meio da Dell Global Giving, a empresa também irá doar 55 máquinas ao primeiro centro comunitário Mega CDI, que deve ser inaugurado este mês no Rio de Janeiro.
Lançado no início de 2009 no México e na Índia, o Dell Youth Connect já recebeu cerca de 2,7 milhões de dólares da fundação Dell Global Giving e deve ser estendido para outros dez países no próximo ano.
fonte: PCworld
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Gosta de quadrinhos? Então se liga nessa dica. Com o Pixton, você pode criar as suas próprias tirinhas de forma fácil, rápida e gratuita.
Depois do ComicJuice, os fãs de histórias em quadrinhos têm mais uma opção para se divertir à beça e exibir sua criatividade através de desenhos, balões e histórias que seguem apenas as suas próprias regras. É o Pixton, um centro de HQ online onde os usuários criam os personagens, cenários e episódios usando elementos pré-desenhados. Esses episódios podem ser remixados e modificados por outros usuários, resultando em diferentes vertentes de um conceito original. Porém, obviamente que a criação original é mantida.
Sem a necessidade de saber desenhar, os usuários podem compartilhar suas idéias, opiniões e histórias, publicando-as instantaneamente para um público universal. Gratuito para uso, basta se cadastrar rapidamente para ver e criar tiras e histórias. O editor para criações é de simples uso, e os usuários detém os direitos das criações originais.
As histórias são criadas uma cena por vez, em uma interface simples e direcionada para todos os detalhes. Os personagens são criados a partir de atributos e expressões pré-definidas, especificando cor de cabelo e pele, rotacionando partes do corpo e definindo altura e outros detalhes com o mouse.
Um conjunto de ferramentas possibilita a inserção de personagens, diálogos, elementos, símbolos e fundos. Defina a cor do pano de fundo, movimente, rotacione e redimensione objetos; rotacione, aplique zoom e corte ou extenda a cena; copie e cole os personagens, as expressões e todas as cenas.
Recriação e compartilhamento
Os usuários têm a opção de permitir que outras pessoas recriem uma história. O Pixton cria uma cópia de um original, a qual pode ser alterada ou ter elementos adicionados sem alterar os originais. Todas as recriações são listadas abaixo de uma história original, o que ajuda os usuários a acompanharem sua evolução.
É possível agrupar suas histórias favoritas em séries, acrescentando um toque pessoal com seu próprio título. Uma vez publicada, uma série pode ser visualizada e comentada igualmente aos episódios separados.
RSS e embedding
Os usuários podem acompanhar as atualizações do Pixton através de RSS. Basta determinar o assunto ou autor de sua escolha. Também é possível adicionar o Pixton em qualquer outra página. Pode ser um episódio específico ou uma página que se atualiza automaticamente.
Os membros do Pixton são encorajados a monitorar o conteúdo da página para evitar que algum tipo de material inapropriado seja visualizado por crianças. É possível votar se um desenho ou um comentário é inadequado para determinado público. Além disso, os filtros ajudam a detectar obscenidades antes de serem publicadas.
CADASTRO E GUIA BÁSICO
Para publicar suas criações, é necessário se cadastrar gratuitamente no Pixton. Para isso, após clicar em "Clique aqui para acessar", clique em "Sign Up". Basta criar um nome de usuário, fornecer um endereço de email e preencher com informações básicas. Para completar o cadastro, será necessário acessar o endereço de email fornecido e seguir as instruções para a definição de uma senha.
Após efetuar o cadastro, você será levado para a página de criação. Para começar, você pode definir um título. Clique em "Untitled Episode" e digite o nome de sua história. Um pouco mais abaixo, escolha entre o modo para iniciantes e para avançados, clicando em "Beginner Mode" ou "Advanced Mode". O primeiro modo é mais básico e oferece opções simples para a inserção de fundos, personagens e falas. O segundo oferece opções mais específicas para objetos, símbolos, fundos e sombras.
Escolha uma cor de fundo através do botão "Scene Color". Clique sobre ele e uma paleta será exibida. Basta clicar sobre a cor desejada. Para rotacionar a cena, clique sobre o pequeno círculo localizado no canto inferior direito da tela. Clique sobre o fundo e o arraste para variar a perspectiva. Para aumentar ou diminuir o zoom, use a barra do lado direito do quadro. Clicando na borda direita, é possível aumentar ou diminuir o tamanho do quadro.
Clique no botão "Add Character" para adicionar um personagem à história. Selecione o personagem, clique no botão "Edit Character" e use as bordas para mudar a altura e as medidas dele. Selecione e clique sobre uma parte específica do corpo para alterar suas características. Selecione a parte desejada, segure o mouse e escolha a modificação a ser feita.
Clique em "Edit Expression" para fazer modificações sutis de expressão. É possível mudar olhos, mãos, pés, etc.
Clique em "Add Dialog" para adicionar balões com falas. Dê um duplo clique sobre ele para adicionar os textos.
DICA
Você pode copiar e colar uma cena inteira, ou um personagem e situação específicos. Clique com o botão direito do mouse para ter uma lista das funções disponíveis. Caso você copie um personagem, é possível copiar sua expressão a outro personagem, clicando com o botão direito sobre o último e selecionando a opção "Paste" no menu de contexto.
Para copiar uma cena inteira, selecione a cena a ser criada e então arraste a cena original até ela.
fonte: Baixaki
vídeo: Olhar digital
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Amazon anuncia lançamento do Kindle no Brasil por cerca de R$ 1 mil. G1 lista o que você precisa saber antes de comprar esse tipo de eletrônico.
Nesta semana, a loja virtual norte-americana Amazon anunciou o lançamento do leitor digital Kindle para diversos países – entre eles, o Brasil. A oferta do produto, que pode ser reservado on-line para sua estreia internacional em 19 de outubro, marca o lançamento oficial no país de uma categoria de eletrônicos que já se tornou popular nos Estados Unidos. Segundo a Forrester Research, 3 milhões desses produtos devem ser vendidos no mercado norte-americano em 2009.
>>>O que é um leitor digital?
É um aparelho eletrônico que armazena arquivos -- principalmente livros -- e está voltado à leitura. Esses livros digitalizados, que podem ser baixados da internet via computador ou diretamente para o leitor (e-reader), ganham o nome de e-books.
Em uma equivalência dentro do universo tecnológico, os leitores eletrônicos podem ser comparados aos tocadores digitais: a diferença está no tipo de conteúdo armazenado e disponibilizado aos seus usuários (livros no caso dos leitores e música quando se fala em toca-MP3).
>>>Para quem é esse produto?
Para pessoas que têm muito interesse em leitura e gostam da possibilidade de guardar todo esse conteúdo no bolso – ou na bolsa. Os leitores digitais permitem que o usuário carregue dentro de um equipamento com apenas 1 centímetro de espessura (no caso do Kindle) até 1,5 mil livros.
Ele pode não ser extremamente interessante, por exemplo, para alguém que só lê em casa ou no ônibus, enquanto vai e volta do trabalho (não é o fim do mundo carregar um único livro na bolsa). O cenário muda, no entanto, no caso de um estudante que tenha uma mochila carregada de livros e utilize diversos transportes públicos para se locomover entre sua casa, estágio e faculdade. Nesse último caso, seria mais prático acomodar todos os livros em um único equipamento com menos de 300 gramas.
O leitor digital também pode se encaixar bem na vida de viajantes solitários. Em vez de aumentar o peso da bagagem com livros, eles podem “empilhar” no espaço menor que o de uma única revista diversos mapas e roteiros de viagem, além de romances para ler durante a viagem.
>>>O leitor digital já está disponível no Brasil?
No Brasil, ainda é difícil encontrar os leitores digitais – eles são oferecidos extra-oficialmente, por exemplo, em sites de comércio eletrônico. A partir de 19 de outubro, no entanto, os brasileiros poderão comprar oficialmente o Kindle da loja on-line Amazon.
Além desse modelo bastante popular (o Kindle tem 60% das vendas nos EUA, contra 35% dos aparelhos da Sony, segundo a Forrester Research), é provável que em breve outros concorrentes desembarquem por aqui. Procurada pelo G1, a Sony informou via assessoria de imprensa que não divulga informações sobre um possível lançamento local de seus readers.
Em junho de 2010, a empresa pernambucana Mix Tecnologia planeja lançar oficialmente o Mix Leitor D, um produto brasileiro que vai concorrer com o Kindle e outras alternativas disponíveis no mercado. Segundo a fabricante da novidade, seu diferencial é uma ferramenta chamada Interquiz. Ela pode ser acionada com um botão e, no estilo quiz, faz perguntas aos usuários sobre o conteúdo disponibilizado na tela. “Queremos transformar nosso produto em uma ferramenta de aprendizado”, disse ao G1 Diego Mello, gerente do projeto.
http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,26388750-FMM,00.jpg
fonte : G1
>>>O que é um leitor digital?
É um aparelho eletrônico que armazena arquivos -- principalmente livros -- e está voltado à leitura. Esses livros digitalizados, que podem ser baixados da internet via computador ou diretamente para o leitor (e-reader), ganham o nome de e-books.
Em uma equivalência dentro do universo tecnológico, os leitores eletrônicos podem ser comparados aos tocadores digitais: a diferença está no tipo de conteúdo armazenado e disponibilizado aos seus usuários (livros no caso dos leitores e música quando se fala em toca-MP3).
>>>Para quem é esse produto?
Para pessoas que têm muito interesse em leitura e gostam da possibilidade de guardar todo esse conteúdo no bolso – ou na bolsa. Os leitores digitais permitem que o usuário carregue dentro de um equipamento com apenas 1 centímetro de espessura (no caso do Kindle) até 1,5 mil livros.
Ele pode não ser extremamente interessante, por exemplo, para alguém que só lê em casa ou no ônibus, enquanto vai e volta do trabalho (não é o fim do mundo carregar um único livro na bolsa). O cenário muda, no entanto, no caso de um estudante que tenha uma mochila carregada de livros e utilize diversos transportes públicos para se locomover entre sua casa, estágio e faculdade. Nesse último caso, seria mais prático acomodar todos os livros em um único equipamento com menos de 300 gramas.
O leitor digital também pode se encaixar bem na vida de viajantes solitários. Em vez de aumentar o peso da bagagem com livros, eles podem “empilhar” no espaço menor que o de uma única revista diversos mapas e roteiros de viagem, além de romances para ler durante a viagem.
>>>O leitor digital já está disponível no Brasil?
No Brasil, ainda é difícil encontrar os leitores digitais – eles são oferecidos extra-oficialmente, por exemplo, em sites de comércio eletrônico. A partir de 19 de outubro, no entanto, os brasileiros poderão comprar oficialmente o Kindle da loja on-line Amazon.
Além desse modelo bastante popular (o Kindle tem 60% das vendas nos EUA, contra 35% dos aparelhos da Sony, segundo a Forrester Research), é provável que em breve outros concorrentes desembarquem por aqui. Procurada pelo G1, a Sony informou via assessoria de imprensa que não divulga informações sobre um possível lançamento local de seus readers.
Em junho de 2010, a empresa pernambucana Mix Tecnologia planeja lançar oficialmente o Mix Leitor D, um produto brasileiro que vai concorrer com o Kindle e outras alternativas disponíveis no mercado. Segundo a fabricante da novidade, seu diferencial é uma ferramenta chamada Interquiz. Ela pode ser acionada com um botão e, no estilo quiz, faz perguntas aos usuários sobre o conteúdo disponibilizado na tela. “Queremos transformar nosso produto em uma ferramenta de aprendizado”, disse ao G1 Diego Mello, gerente do projeto.
http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,26388750-FMM,00.jpg
fonte : G1
Projeto Uca
"A Escola Estadual “Damião Mamedes do Nascimento”, do município de Jangada, é a primeira de Mato Grosso a concluir as obras necessárias para receber os laptops do projeto “Um Computador por Aluno” (UCA), distribuídos pelo Ministério da Educação (MEC). Todas as salas de aula, a biblioteca e o Laboratório de Informática Educativa da escola foram adaptados para o projeto. Com a conclusão da obra e instalação do mobiliário específico, a expectativa é de que o MEC envie os computadores portáveis à escola ainda este ano.
No ano passado, cinco escolas estaduais foram selecionadas pelo projeto, porém, apenas a de Jangada concluiu as obras necessárias. Com isso, deve receber 500 computadores previstos para cada uma das escolas escolhidas para este projeto piloto.
Conforme o coordenador de Formação em Tecnologia Educacional, SUFP/Seduc, Edevamilton de Lima Oliveira, a nova estrutura da escola rompe com a estrutura comercial conhecida de ambientes de salas de informática.
Na nova estrutura, em vez de cadeiras individuais, as salas contam com bancadas que mantém o aluno olhando para frente, onde está o professor. As bancadas possuem espaço para a colocação dos laptops e dos cadernos e livros do aluno. Na própria bancada existem tomadas para que o aluno recarregue a bateria do equipamento. A fiação é toda embutida.
O diretor da escola, Neri Mialho, explica que foram reformadas todas as seis salas de aula da escola, sendo que cada comporta 35 alunos. Ele informa que os professores da escola foram treinados nos cursos oferecidos pela Seduc para o uso de recursos da informática na Educação. A reforma durou cerca de quatro meses. Nesse período, os alunos tiveram aulas no salão da Igreja Católica da região. A “Damião Mamedes” está localizada na zona rural de Jangada, na Comunidade do Mutum.
Nem tudo está pronto conforme o projeto previsto. Faltam ainda as carteiras almofadadas. Enquanto estas não são providenciadas, os alunos estão usando as antigas, de madeira.
Os computadores são uma ferramenta de apoio pedagógico e vão funcionar em rede sem fio, com amplitude de cerca de 50 metros ao redor do prédio da escola. Edevamilton espera que a “Damião Mamedes” receba os equipamentos que funcionam como replicadores do sinal. Nesse caso, se um aluno morar nas proximidades da escola, seu laptop permitirá o acesso também de outros equipamentos, na mesma amplitude, formando uma rede de captação do sinal. Todos os computadores são equipados com o Linux Educacional, um software gratuito."
Pergunta:
E Brasília, será que já fez alguma coisa?
leia a reportagem
No ano passado, cinco escolas estaduais foram selecionadas pelo projeto, porém, apenas a de Jangada concluiu as obras necessárias. Com isso, deve receber 500 computadores previstos para cada uma das escolas escolhidas para este projeto piloto.
Conforme o coordenador de Formação em Tecnologia Educacional, SUFP/Seduc, Edevamilton de Lima Oliveira, a nova estrutura da escola rompe com a estrutura comercial conhecida de ambientes de salas de informática.
Na nova estrutura, em vez de cadeiras individuais, as salas contam com bancadas que mantém o aluno olhando para frente, onde está o professor. As bancadas possuem espaço para a colocação dos laptops e dos cadernos e livros do aluno. Na própria bancada existem tomadas para que o aluno recarregue a bateria do equipamento. A fiação é toda embutida.
O diretor da escola, Neri Mialho, explica que foram reformadas todas as seis salas de aula da escola, sendo que cada comporta 35 alunos. Ele informa que os professores da escola foram treinados nos cursos oferecidos pela Seduc para o uso de recursos da informática na Educação. A reforma durou cerca de quatro meses. Nesse período, os alunos tiveram aulas no salão da Igreja Católica da região. A “Damião Mamedes” está localizada na zona rural de Jangada, na Comunidade do Mutum.
Nem tudo está pronto conforme o projeto previsto. Faltam ainda as carteiras almofadadas. Enquanto estas não são providenciadas, os alunos estão usando as antigas, de madeira.
Os computadores são uma ferramenta de apoio pedagógico e vão funcionar em rede sem fio, com amplitude de cerca de 50 metros ao redor do prédio da escola. Edevamilton espera que a “Damião Mamedes” receba os equipamentos que funcionam como replicadores do sinal. Nesse caso, se um aluno morar nas proximidades da escola, seu laptop permitirá o acesso também de outros equipamentos, na mesma amplitude, formando uma rede de captação do sinal. Todos os computadores são equipados com o Linux Educacional, um software gratuito."
Pergunta:
E Brasília, será que já fez alguma coisa?
leia a reportagem
domingo, 18 de outubro de 2009
Digibrás é declarada vencedora do leilão do netbook educacional
pós a reprovação dos computadores da indiana Encore nos testes de certificação do Inmetro, e de a brasileira Comsat, que iria fornecer os equipamentos, ter seu recurso apresentado ao TCU negado, a Digibrás poderá ser a fornecedora dos 150 mil computadores Classmate, de tecnologia Intel, que serão comprados pelo governo para equipar 300 escolas de todas as regiões do país, como parte do programa Um Computador por Aluno (UCA).
Os testes do lote de netbooks educacionais fabricados pela Digibrás, que serão realizados pelo MEC, começaram na terça-feira, 14. Se passarem no teste, as máquinas da empresa passarão a equipar as escolas.
A Digibrás, que havia sido a segunda colocada no leilão realizado no fim do ano passado pelo Ministério da Educação, foi chamada com a desclassificação da Comsat. Inicialmente, a oferta da Digibrás havia sido de R$ 100 milhões, ou seja, cerca de R$ 666,6 por netbook. Entretanto, o Tribunal de Contas da União (TCU) exigiu que a proposta final ficasse no mesmo patamar da oferta da Comsat, que foi de R$ 82,5 milhões. Com isso, a Digibrás chegou à cifra de R$ 82,48 milhões, ou R$ 549,80 por equipamento.
A expectativa é que os testes levem de duas a quatro semanas. Segundo o assessor do gabinete pessoal da Presidência da República, José Luiz Aquino, a meta é que a compra seja concretizada até o fim deste ano e o processo de distribuição comece no início de 2010. “Queremos que o ano letivo de 2010 já inicie com os netbooks disponíveis nas escolas”, frisa.
Aquino revelou que o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e o Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) devem publicar nos próximos dias regras do Processo Produtivo Básico voltado para os netbooks, que será feito com registro de preços. O PPB prevê recursos de até R$ 650 milhões para municípios e estados interessados em adquirir os netbooks educacionais. A quantia será financiada por meio do BNDES e cada cidade ou estado terá um teto de valor que poderá requisitar. Aquino salientou que os recursos não serão entregues diretamente aos estados e municípios. “Quando forem aprovados os financiamentos, os computadores educacionais serão comprados e entregues aos municípios, não o dinheiro.”
fonte : TI inside
Os testes do lote de netbooks educacionais fabricados pela Digibrás, que serão realizados pelo MEC, começaram na terça-feira, 14. Se passarem no teste, as máquinas da empresa passarão a equipar as escolas.
A Digibrás, que havia sido a segunda colocada no leilão realizado no fim do ano passado pelo Ministério da Educação, foi chamada com a desclassificação da Comsat. Inicialmente, a oferta da Digibrás havia sido de R$ 100 milhões, ou seja, cerca de R$ 666,6 por netbook. Entretanto, o Tribunal de Contas da União (TCU) exigiu que a proposta final ficasse no mesmo patamar da oferta da Comsat, que foi de R$ 82,5 milhões. Com isso, a Digibrás chegou à cifra de R$ 82,48 milhões, ou R$ 549,80 por equipamento.
A expectativa é que os testes levem de duas a quatro semanas. Segundo o assessor do gabinete pessoal da Presidência da República, José Luiz Aquino, a meta é que a compra seja concretizada até o fim deste ano e o processo de distribuição comece no início de 2010. “Queremos que o ano letivo de 2010 já inicie com os netbooks disponíveis nas escolas”, frisa.
Aquino revelou que o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e o Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) devem publicar nos próximos dias regras do Processo Produtivo Básico voltado para os netbooks, que será feito com registro de preços. O PPB prevê recursos de até R$ 650 milhões para municípios e estados interessados em adquirir os netbooks educacionais. A quantia será financiada por meio do BNDES e cada cidade ou estado terá um teto de valor que poderá requisitar. Aquino salientou que os recursos não serão entregues diretamente aos estados e municípios. “Quando forem aprovados os financiamentos, os computadores educacionais serão comprados e entregues aos municípios, não o dinheiro.”
fonte : TI inside
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
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