quarta-feira, 15 de julho de 2009

A força da palavra

A real força do mundo, está nas palavras, sejam as ditas, sejam as escritas. Mas as palavras escritas tem mais força, porque é algo que fica marcado, enquanto aquilo que é dito pode ser mais facilmente desdito do que aquilo que foi deixado por escrito.

Uma declaração de amor feita por palavras sempre merecerá crédito, mas se for escrita, será mais bem aceita. Passa a impressão de maior sinceridade, pois a pessoa amada deixou como que um documento da declaração.

Se falarmos por telefone que estamos com saudade de alguém, certamente terá o sentir entendido, mas escrever, dizendo de sua saudade, terá maior efeito. Será algo que não ficará apenas na memória, mas diante dos olhos. O bilhete poderá ser lido e relido.

Da mesma forma, se falar da tristeza que uma ausência produz. Fazendo por escrito, servirá como alivio, tanto para quem escreve, como para quem lê. Minimiza um pouco a dor da ausencia.

São assim são as palavras escritas. Elas indiscutivelmente possuem como que um magnetismo especial, sempre trazendo alivio para quem as lê, libertando mais as emoções, acalentando, dando uma certa tranqüilidade quando alentadoras.

Principalmente com o advento do computador, elas são capazes de, em poucos minutos, cruzar mares, ultrapassar grandes distancias, levando palavras para todos os cantos do mundo em poucos segundos.

Em muitos casos, pode-se perder o autor da mensagem, mas ela sobreviverá ao tempo, deixando sua marca indelével, podendo sobreviver, atravessando séculos e gerações.

Elas marcam um momento que será para sempre revivido por todos aqueles que as lerem.

Vejam que os livros são escritos que atravessam séculos, e a qualquer momento, e em qualquer época poderão ser lidos, deixando para sempre registrada a presença de seu autor.

Podemos tudo fazer com as palavras, sejam as escritas, sejam as faladas. Poderemos falar de amor, e amar intensamente. Poderemos provocar e matar saudades. Poderemos pedir, e conseguir aquele perdão de que necessitamos para aliviar uma culpa passada.

Muitas vezes um simples Bom Dia, tem um efeito muito especial. Poderemos fazer um carinho para alguém que está triste, oferecendo-lhe palavras de consolo.

Vamos sempre nos lembrar da força das palavras e saber como bem usá-las, para alegrar ao invés de entristecer, acarinhar e não ferir, consolar e não irritar.

"Quem escreve constrói um castelo, e quem lê passa a habitá-lo"

Sábias palavras de meu amigo L'Inconnu.

Com este convite incentivando minhas queridas crianças a ler e escrever mais, desejo UM LINDO DIA.
Marcial Salaverry
http://www.gargantadaserpente.com/artigos/marcial9.shtml

Incluir o DVDSHRINK no linuxeducacional

Por favor, leiam com atenção esta dica

Prestem bem atenção esta dica eu encontrei no forum do ubuntu e funcionou legal no LE 3.0

vou por os passos para a instalação.

vamos lá

1. Baixe o arquivo RPM do site do programa.
http://dvdshrink.sourceforge.net/

2. Baixe o programa Alien, que converte pacotes RPM em .DEB para poderem ser utilizados no Ubuntu com o Gdeb.
Código:

sudo apt-get install alien

3. Utilize a linha de comando para navegar até aonde está seu arquivo RPM e use a seguinte linha de comando para convertÊ-lo em .DEB
Código:

sudo alien dvdshrink-2.6.1-3mdk.noarch.rpm

4. Um duplo clique no arquivo .DEB irá abrir Gdeb para instalá-lo. Outra opção é utilizar a linha de comando.
Código:

sudo dpkg -i dvdshrink_2.6.1-4_all.deb

5. Crie um novo item no menu de Aplicativos:
Código:

sudo gedit /usr/share/applications/xdvdshrink.desktop

E inclua o seguinte texto no arquivo:
Código:

[Desktop Entry]
Name=DVD Shrink
Comment=Make and shrink copies of DVDs
Exec=xdvdshrink.pl
Icon=/usr/share/pixmaps/gnome-cd.png
Terminal=false
Type=Application
Categories=Application;AudioVideo;
StartupNotify=true

Salve o arquivo e feche. O programa estará na pasta de Audio e Vídeo do menu de Aplicativos.

Excelente a dica do Tadeu Ramos em seu blog
http://tadeuramos.com.br/?p=212
ele usou como fonte o Forum do Ubuntu
http://ubuntuforums.org/showthread.php?t=92198

segunda-feira, 13 de julho de 2009

A dor é inevitável...o sofrimento é opcional...

DEFINITIVO!

Definitivo, como tudo o que é simples.

Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco,
mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema,
para conversar com um amigo, para nadar, para namorar
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco,
mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando
a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso:

Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento,perdemos também a felicidade.

A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional....

Carlos Drummond Andrade

quarta-feira, 8 de julho de 2009



Sobre a obra
Valesca sempre usou vestidos muito rodados e, por isso, ninguém conseguia se aproximar dela. Mas quando se apaixonou, decidiu abandonar a grandiosidade de suas roupas para permitir que seu amado ficasse mais perto. O livro mostra as barreiras que criamos para as pessoas e a força de um amor verdadeiro.
Do site LivroClip

http://www.livroclip.com.br/index.php

Hipertexto



excelente apresentação sobre hipertexto

sexta-feira, 3 de julho de 2009



São Paulo, 01 de julho de 2009 –


http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia.php?id_secao=4&id_conteudo=13764

A Intel apresentou ao mercado brasileiro seu mais novo modelo de Classmate PC, netbook projetado para atender o setor educacional. O portátil é o da linha conversível, que funciona também como tablet e já está disponível para fabricação local. Os primeiros modelos nacionais dessa linha devem estar prontos em outubro próximo.

Atualmente apenas duas indústrias locais têm acordos com a Intel para produção de Classmate, que são Positivo e CCE. A Intel não revela se outras empresas poderão vir a fabricar o produto, apenas informa que espera que o novo modelo chegue a um preço mais competitivo às instituições de ensino de todo o país.

Alan Markham, gerente de negócios e ecossistema para área educacional da Intel Brasil, afirma que o preço depende muito do pacote que será contratado pela escola, que poderá selecionar o tipo de aplicação que quer utilizar em sala de aula e também o treinamento dos professores.

O novo netbook Classmate PC pode ser convertido em tablet com tela sensível ao toque para permitir maior aproveitamento pelos alunos na sala de aula. A tela gira 180 graus para os dois lados e vem com câmera integrada de 1.3 megapixel.

Segundo a Intel, o novo design foi projetado com base em pesquisas com etnográficos e resultados dos pilotos para adoção na tecnologia realizados no Brasil e exterior. O objetivo é possibilitar que os estudantes tenham uma maior interaçao com o portátil, que funciona como um livro eletrônico.

O portátil vem equipado com chip Atom com configurações que levam memória de 1G ou 512 MB e HD de 16 GB, 8 GB e 4 GB. O equipamento traz recursos para conexão wireless e teclado resistente a água. Markham um dos destaques é o pacote de software educativo que acompanha o netbook para enriquecer o aprendizado dos alunos.

Um dos programas é o para criação e distribuição de aulas, bem como conteúdo digital. A ferramenta possibilita ao educador gerenciar as atividades em classe e monitorar as aplicações em uso.

"'O professor sabe em tempo real o que os alunos estão fazendo”, garante Markham. Há também software para avaliar o desempenho dos estudantes, administrar o acesso internet e inibir furtos. O netbook é baseado na plataaforma de gerenciamento da Intel vPro, que possibilita administrá-lo a distancia.

Essa tecnologia permite bloquear o equipamento em caso de furto ou roubo. A tecnologia da empresa pode ser aplicada também para cancelar o acesso do estudante, após determinado prazo. Esse recurso pode ser útil para quando o aluno faltar muitos dias na escola.

Laptop educacional

O Classmate PC concorre com o laptop de US$ 100 da OLPC (One Laptop per Child), defendido pelo cientista Nicholas Negroponte e foi lançado no mercado mundial em 2006. De lá para cá a máquina evoluiu em no ano passado passou a ser montado com processador Atom. No Brasil já há alguns pilotos para uso da tecnologia em sala de aula, sendo o maior projeto é o de Piraí.

A cidade fluminense adquiriu 5,5 mil unidades de Classmate PC da versão anterior. A adoção dos portáteis faz parte de uma iniciativa do governo municipal para implantação do programa Um Laptop por Aluno (UCA) em toda a rede de ensino público do município.

Com esse recurso, o educador pode compartilhar arquivos com os estudantes. em tempo real com os estudantes e também bloquear sites e aplicações, colocando em prática aulas colaborativas.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Hipertexto



O hipertexto pode ser definido como uma rede de nós entre os quais existem ligações (links), ou vínculos, que associam um nó ao outro. Os nós podem conter textos, gráficos, áudio e vídeo, bem como programas de computador executáveis ou outras formas de dados. Quando uma ligação é ativada, a partir da âncora do hiperdocumento, um salto é feito para o ponto associado pela ligação, que pode ser uma palavra, frase ou nó inteiro do mesmo documento ou de outro.

O hipertexto é um texto não-linear, sem ponto fixo de entrada e de saída, sem uma hierarquia pré-determinada, sempre expansível e literalmente sem limites, que tem como componentes básicos as ligações, os nós e as âncoras.

Pierre Levy (1993) define hipertexto como um conjunto de nós ligados por conexões. Os nós podem ser palavras, páginas, imagens, seqüências sonoras ou documentos complexos. Os itens de informação não são obrigatoriamente ligados linearmente, como os elos de uma corrente, mas cada um deles pode estender como uma estrela e, dessa forma, cada nó pode, por sua vez conter uma rede inteira.

Um sistema hipertexto trabalha em colaboração com o usuário, o qual tem a inteligência para compreender o conteúdo semântico dos vários nós e determinar qual de suas ligações seguirá.

O hipertexto pode ser considerado como uma nova classe para o gerenciamento de informações, pois permite criar, anotar, unir, e compartilhar informações, proporcionando o acesso a estas de uma forma não-seqüencial, ao contrário dos sistemas de informações tradicionais, que são seqüenciais por natureza.

Uma forma simples de definir hipertexto é através do contraste que existe com os tradicionais livros de texto. Todas as formas de impressão ou mesmo arquivos de computadores são seqüenciais, ou seja, existe uma seqüência linear definindo a ordem que o texto deve ser lido. De maneira contrária, um hipertexto possui uma estrutura mais complexa, onde existem caminhos que podem ser percorridos em diversas ordens, quebrando a estrutura seqüencial.

"O hipertexto consiste de textos escritos não-seqüencialmente que permitem ao leitor escolher múltiplos caminhos e acessar informações em cadeia através da tela do computador em tempo real" (NELSON, 1960 e SNYDER, 1997:20 apud XAVIER, Antônio Carlos) [11].

http://www.dca.fee.unicamp.br/~leandro/tutoriais/IA010/portal.html