quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Mudanças no MEC também incluem a extinção da Seed

O Ministério da Educação (MEC) anunciou nesta terça-feira, dia 18 de janeiro, diversas alterações em sua estrutura – que incluem a proposta de extinção da Secretaria de Educação a Distância (Seed) que, desde a saída de Carlos Eduardo Bielschowsky, no final de 2010, vem sendo ocupada interinamente por José Guilherme Moreira Ribeiro, até então diretor de InfraEstrutura em Tecnologia Educacional do próprio órgão. O anúncio da extinção da Seed, medida que ainda depende de publicação em caráter oficial, pegou de surpresa a comunidade educacional da EAD.

Contudo, de acordo com a assessoria de imprensa da própria Seed, a decisão não representa o fim das políticas públicas para a EAD – e nem mesmo a interrupção dos programas em execução pela pasta. Parte das atribuições da Seed - tais como as ligadas à produção de conteúdo, capacitação e formação de professores, além do ProInfo (Programa Nacional de Tecnologia Educacional) – deverá ser repassada para a Secretaria de Educação Básica (SEB), sob o comando da professora Maria do Pilar Lacerda.

Outra parte importante das políticas da Seed – secretaria criada em 1995, e que estava sob o comando de Bielschowsky desde 2007 – trata exatamente da questão da regulação e supervisão da oferta dos cursos EAD. A forte atuação da Seed nesse aspecto levou ao fechamento de inúmeros polos e cursos a distância nos últimos anos. Todas essas ações deverão, segundo a nota divulgada pelo MEC, ser deslocadas para uma nova Secretaria de Regulação dos Cursos Superiores, que englobará os cursos presenciais e os EAD, a ser comandada pelo professor da Universidade de São Paulo (USP), Luiz Fernando Massoneto.

Ainda pelos anúncios feitos pelo MEC nesta terça, dia 18, deverá ser criada uma secretaria com o objetivo de intensificar as relações com as redes municipais e estaduais de educação, que será chefiada pelo deputado Carlos Abicalil (PT-MT). Todas as medidas fazem parte de um plano de reestruturação da educação, que incluem ainda a incorporação da Secretaria de Educação Especial (Seesp) à Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) – tendo à frente a professora Cláudia Dutra, que já comandava a Seesp.

Na nota, o MEC confirma ainda a nomeação de Malvina Tuttman, reitora da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio), para a presidência do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) e de Luiz Cláudio Costa, reitor da Universidade Federal de Viçosa, para a Secretaria de Ensino Superior (Sesu).

Foram confirmadas as permanências do professor Eliezer Pacheco à frente da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica, do professor Jorge Guimarães à frente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), de Daniel Balaban no Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e de José Henrique Paim Fernandes na secretaria executiva.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Secretária garante que educação é prioridade e promete mais servidores

Entrevista com a Professora Regina Vinhaes Gracindo concedida ao Correio Braziliense no dia 07/01/2001.

Valorizar o ensino integral no Distrito Federal é o desafio assumido pela nova secretária de Educação, Regina Vinhaes Gracindo, para os quatro anos em que permanecerá à frente da pasta. A pedagoga e ex-diretora da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB) enfatizou em entrevista ao Correio que a prioridade de sua gestão será restabelecer o ensino de qualidade nas escolas públicas do DF. Antes mesmo de finalizar seu plano de trabalho, que deve ser concluído em 100 dias, Regina Gracindo destacou que as ações para garantir o início do ano letivo já estão em andamento. “Nossa preocupação é garantir que as escolas estejam preparadas para receber os alunos”, afirma. Até 7 de fevereiro, quando voltam as aulas, 300 escolas passarão por uma “operação limpeza”, que terá como foco minimizar os problemas estruturais de pequeno porte por meio de reforma das instalações elétricas, pintura, corte de grama e reconstrução de móveis. A lista das instituições incluídas na empreitada será definida até amanhã. A ação será coordenada pela Secretaria de Educação em parceira com as pastas de Mobilização e Direitos Humanos, Meio Ambiente e Obras. Além disso, a secretária garantiu que 400 novos funcionários concursados serão convocados para assumir os cargos até o início das aulas. Novos professores também serão contratados. Em sua primeira semana à frente da secretaria, Regina Gracindo se prepara para discutir mudanças estruturais na educação do DF, que, segundo ela, permitirão a reconstrução da qualidade do ensino. “Queremos que nossas escolas voltem a ser considerada as melhores do país. Após essa rápida limpeza, passaremos a estruturar um trabalho mais demorado, que remodelará todo o ensino.” Entre as prioridades da gestão, ela cita a edição de uma lei que permitirá a gestão democrática das instituições de ensino, a construção de novas escolas, a implantação da educação integral a partir de 2012 e o reajuste dos salários dos professores.

Ensino será remodelado
Quais medidas serão adotadas de forma emergencial?
Esta semana, começamos a fazer um diagnóstico que envolve uma tomada de posição sobre tudo o que diz respeito às escolas do DF. A rede pública de ensino precisa ter a escola pronta para receber os alunos. Estamos arrumando a nossa casa. A partir da próxima semana, 300 escolas serão limpas e receberão nova pintura. Após essa rápida limpeza, passaremos a estruturar um trabalho mais demorado, que remodelará todo o ensino. Queremos mostrar que o governo do DF tem a educação como prioridade.

Em que situação a senhora encontrou a Secretaria ?
A gente tem que entender que pegamos uma herança complicada. Escolas com muitos problemas físicos e um sistema de ensino com deficit de funcionários. Vamos receber até o fim desta semana 400 novos concursados que foram chamados para o preenchimento das vagas. Na próxima semana, também vamos agilizar a contratação de mais professores para ver se conseguimos atacar questões emergenciais.

O novo governo tem algum plano para a formação continuada dos professores no DF?
Queremos retomar e desenvolver no DF alguns projetos como o Pró-Funcionário, que é um curso de formação de servidores que o governo federal desenvolve e que não foi adotado no DF. Umas das questões graves é justamente essa: temos na área federal uma série de projetos da mais alta qualidade que o Brasil inteiro se beneficiou, menos o DF.

Como ficará o processo de escolha dos diretores após a suspensão do processo pelo último governo?
Já começamos a redigir a Lei de Gestão Democrática. A norma anterior se chamava Lei de Gestão Compartilhada. Percebo que muitos estados e municípios usam outras nomenclaturas justamente porque não querem uma gestão totalmente democrática, como a que nós vamos fazer aqui. A nossa proposta está sendo construída a partir de hoje (ontem) e será apresentada para a avaliação da sociedade. Todas as escolas ficarão como estão até a implantação da lei, quando teremos eleição para os cargos de direção e faremos as mudanças necessárias por força da vontade da comunidade escolar. Vamos aprovar a nova lei até junho.

O novo governo implementará de forma definitiva as escolas integrais no DF?
A nossa pretensão é fazer com que a escola pública do DF seja uma referência em todo o país e para isso não vamos medir esforços. Melhor que a escola é a educação integral. Queremos uma escola com um novo projeto de educação, um projeto integrado em que o aluno fica pelo menos oito horas seguidas conosco e nesse tempo desenvolve todas as atividades acadêmicas, artísticas e culturais. Vamos iniciar o planejamento de educação integral este ano para a implantação em 2012.

O que fazer para motivar os educadores?
As condições de trabalho dos nossos professores não são boas e isso desmotiva muito. Uma das questões é o salário. Um professor de curso superior não pode ganhar menos do que qualquer funcionário de nível superior do governo, porque ele é um profissional tão importante ou mais do que todos eles. Um salário melhor vai fazer com a profissão seja vista como algo interessante para o jovem que está na universidade. É verdade que o DF é o maior salário do Brasil, mas temos que melhorar um pouco mais.

Quando será concluído o plano de gestão ?
Em 15 dias, o governador Agnelo quer que todas as secretarias entreguem um plano de ação para os 100 primeiros dias de governo. Nesse plano, contaremos com as ações emergenciais e já algumas medidas a longo prazo, como reformas de instalações físicas.

Como resolver o problema da falta de salas de aula?
Nosso deficit atual é de cerca de 60 salas. Uma das saídas será o aluguel provisório de espaços privados próximos às instituições para colocar esses alunos. Essa será uma atitude de emergência, já que não será possível construir escolas novas em um mês.

Sindicato espera reajuste
Na tarde de ontem, membros da diretoria do Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro-DF) estiveram reunidos com a nova secretária da Educação, Regina Vinhaes Gracindo, e apresentaram a pauta de reivindicações da categoria. Rosilene Corrêa, diretora do Sinpro-DF, afirmou que a conversa foi positiva e que o compromisso firmado pelo governador Agnelo Queiroz com os docentes foi revalidado pela secretária. “Nossa maior preocupação, no momento, é que se faça cumprir a palavra dada pelo governador de que o reajuste salarial da categoria comece a valer em março”, afirmou. O reajuste de 13,83%, aprovado por uma emenda à Lei Orçamentária, corresponde a um acréscimo de R$ 500 milhões aos cofres públicos do Distrito Federal. O valor acompanha o reajuste que será dado aos recursos do Fundo Constitucional do DF — que custeia as áreas de Educação, Saúde e Segurança — previsto para 2011.

Segundo Carlos Cirane, diretor financeiro do Sinpro-DF, a categoria fará novas articulações em fevereiro para estreitar o diálogo com a secretária. “Sabemos que o fato de termos garantido o reajuste não significa que ele será aplicado de imediato. Mas a expectativa é positiva”, avalia. Cirane explica que o próximo passo é garantir, a médio prazo, que seja firmada a equiparação dos salários dos docentes em relação aos demais cargos de ensino superior. O sindicato também pretende viabilizar a reestruturação do plano de carreira dos professores, com a incorporação de gratificações, isonomia salarial e reajuste do auxílio alimentação de acordo com valores pagos a outras categorias do funcionalismo público. “Nossa proposta emergencial é garantir a valorização do professor para que a educação no DF conquiste ainda mais qualidade.” (NO e RP)

Haddad diz que meta é universalizar o ensino médio

Um dos ministros de Luiz Inácio Lula da Silva mantidos no cargo pela presidente Dilma Rousseff, o titular da pasta da Educação, Fernando Haddad, tem mais alguns anos de missões árduas pela frente. A maior delas, ver a educação brasileira chegar a um patamar de qualidade minimamente aceitável. E os problemas vão das creches ao ensino médio. Na outra ponta da educação básica, o ensino médio é um eterno problema.
No caso do ensino médio, o ministro diz que a meta é universalizar o atendimento dessa faixa de educação. "Eu entendo que temos que inaugurar o governo com uma resposta para a juventude, especialmente a juventude que não está na escola. Nessa parte de 15 a 17 anos temos a meta de universalizar até 2016, mas temo que aí a questão não seja de oferta, mas de demanda", ele disse ao Estado.

ESTADO - A educação brasileira vem avançando nos últimos anos, mas o caminhar é sempre lento. A questão que fica, ainda, é a qualidade. O governo criou avaliação, criou um índice e metas que estão sendo alcançadas antes mesmo das datas previstas. Essas metas não podem ser mexidas, não se pode ser mais exigente?
FERNANDO HADDAD - Eu acredito que as metas já são exigentes e digo porquê: se você comprar a renda per capita do Brasil com a renda per capita dos países da OCDE (Organização de Cooperação para o Desenvolvimento Econômico) a discrepância é muito grande. Combinando isso com a má distribuição de renda, que ainda é muito grande no Brasil, é fácil concluir que não é tarefa simples chegar à qualidade de países que tem um desenvolvimento social muito superior ao nosso.
A defesa que MEC faz é manter essa linha e, eventualmente, se mais um ciclo de avaliação, em 2011, demonstrar que é possível, antecipar em dois anos a meta final. Mas temos que esperar mais um ciclo para fazer uma reavaliação com os pés no chão para depois não frustrar. Estamos com dois anos de vantagem. É melhor continuar cumprindo as metas, em um ciclo virtuoso de qualidade que é inédito no Brasil e tomar uma decisão sóbria de antecipar ou não. Dois anos de vantagem não é tanto assim.
Um dos problemas mais sérios que a educação brasileira enfrenta é a qualidade da educação rural. Fala-se muito nas disparidades regionais, mas a diferença entre as escolas rurais e urbanas é maior ainda. Esse é um ponto que vai ser trabalhado no próximo governo?
Nós tomamos várias providências para corrigir alguns dos problemas mais intensos do campo. Padronizamos o transporte escolar, melhoramos os repasses do Dinheiro Direto na Escola. Levamos a Prova Brasil, levamos um programa de formação para professores de escolas multisseriadas, investimos no Proinfo rural. Estamos procurando fazer chegar ao campo todos os benefícios que a cidade tinha e o campo não. Mas é um fato, é um desafio enorme, trata-se de uma população muito dispersa que reduz ano a ano.

Mas o que se faz agora? Espera-se essas políticas darem resultado? Não há nada mais a se fazer para tentar diminuir essa disparidade?
Não estamos esperando. Levamos uma série de políticas que existiam na cidade e não no campo, mas ainda há uma série de problemas que precisam ser resolvidos. O ProInfo rural chegou ao campo mas a conexão de internet banda larga não chegou. Transporte escolar, nós substituímos 10 mil dos 60 mil veículos que estão em operação. Nós temos ainda um desafio muito grande a cumprir. Existe uma discrepância enorme, por exemplo, entre o número de lanchas necessárias e a capacidade instalada da indústria brasileira. E aí não é uma questão do MEC. A indústria não consegue atender. Não são tarefas simples de ser equacionadas e transcendem a decisão de um ministério.
Outra questão que ainda precisa ser resolvida, quando se fala em qualidade da educação, é o professor. Uma das brigas que o próximo governo deverá enfrentar é o reajuste do piso salarial previsto no Plano Nacional de Educação. Salário é o que falta para o professor?
Se queremos um corpo docente preparado para os desafios educacionais temos que fazer com que a carreira seja competitiva. O que estamos sugerindo é que o professor, em média, não ganhe menos do que a média dos demais profissionais não docentes com nível superior. Porque só aí o jovem vocacionado para o magistério não vai abdicar dessa vocação por razões sócio-econômicas. Observando os sistemas nacionais de grande desempenho você não vê nenhum em que essa regra não seja observada. A carreira docente precisa ser atraente também pelas condições de trabalho que ela oferece.
Mas o MEC investiu em formação, o piso nacional foi aprovado e o reajuste está no PNE. O que mais precisa ser feito?
Agora precisamos corrigir a carreira. Aí entra a questão da prova nacional de concurso. Duas tarefas nós cumprimos: a formação gratuita de qualidade e o piso nacional. Precisamos concluir esse processo, o que significa melhorar a condição de carreira e ao mesmo tempo ter sistema de seleção de docentes que faça sentido. Todos os estudos que conheço mostram que hoje a seleção não é bem feita. Os concursos não focam corretamente no que se espera de um bom professor. Essa prova nacional é um bom começo de conversa, onde o ingresso e a carreira vão se combinar com formação e piso para organizar a vida dos docentes.
Mas e o professor que já está na carreira? Ter sido aprovado em um concurso não garante que é um bom professor. As redes hoje não têm avaliação e quando se cria uma gera uma briga danada.
Carreira estruturada não prescinde de outros elementos como o estágio probatório. Levar a sério o estágio probatório é outra determinação que está, inclusive, na Constituição. Realizar uma prova nacional de concurso pode ser necessário, mas ela não será suficiente se não houver um acompanhamento nos três primeiros anos de exercício profissional para só então tomar a decisão de efetivar o profissional no cargo. Os sistemas de alto desempenho levam a sério o estágio.
Outra área em que o país ainda está devendo é na educação infantil que foi, inclusive, tema de campanha da presidente Dilma Rousseff. O que se pode esperar nesses próximos anos?

Nós aumentamos em 80% a matrícula de creche em oito anos. Houve a inclusão no Fundeb (Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica), a extensão de todos os programas educacionais. A creche não recebia nem merenda escolar. Mas ainda não houve uma mudança cultural. Ainda se vê a creche como um estabelecimento meramente de assistência. O MEC nunca havia feito uma avaliação das creches. Nós concluímos que, na média, o componente educacional da creche ainda é pouco valorizado. Precisamos, além de expandir, qualificar esse atendimento como educacional. Um conjunto de ações está sendo pensado para dar suporte às creches.
Como por exemplo?
Como por exemplo a questão pedagógica. A compra de material pelo MEC para envio às creches, que estamos desenhando programas de suporte e envio de material. Além disso, boa parte dos profissionais sequer tinha ensino médio. Então o ProInfantil dá suporte para os profissionais de creche concluírem os seus estudos. Isso depende muito do compromisso do estado, porque quem certifica ensino médio é o estado. Então no 0 a 3 temos uma questão quantitativa e uma questão qualitativa.
Na outra ponta da educação básica, o ensino médio é um eterno problema.
Eu entendo que temos que inaugurar o governo com uma resposta para a juventude, especialmente a juventude que não está na escola. Nessa parte de 15 a 17 anos temos a meta de universalizar até 2016, mas temo que aí a questão não seja de oferta, mas de demanda. O aluno tem que querer e para ele desejar estar na escola, e sobretudo por uma situação social que pode ser muito difícil, nós temos que tornar esse ensino médio mais interessante. E isso se consegue com a diversificação. Precisamos oferecer possibilidades que não o ensino médio tradicional. Mas, para falar a verdade, eu só notei uma maior preocupação dos estados com EM de dois anos para cá. O trabalho de indução é muito difícil.
fonte: O Estadão

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Feliz Natal

Amigos queridos , eis uma oração que faço todos os dias:

Invocações ao Anjo da Guarda

Santo Anjo, meu conselheiro, inspirai-me.
Santo Anjo , meu defensor, protegei- me.
Santo Anjo, meu fiel amigo , pedi por mim.
Santo Anjo , meu consolador, fortificai-me.
Santo Anjo, meu irmão , defendei-me.
Santo Anjo, meu mestre , ensinai-me.
Santo Anjo, testemunha de todas as minhas ações, purificai-me.
Santo Anjo, meu auxiliar , amparai-me.
Santo Anjo, meu intercessor, falai por mim.
Santo Anjo, meu guia , dirigi-me.
Santo Anjo, minha luz, iluminai-me.
Santo Anjo, a quem Deus encarregou de conduzir-me, governai-me.

Que o ano de de 2011 seja repleto de alegria, amor e realizações
Antonio

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

O que muda para o seu site com as alterações no Google?

Google está prestes a atualizar seu algoritmo de buscas. Veja o que muda para você ficar de olho em seu site. Uma dica: Pense no usuário.

A rápida atitude tomada pela Google depois dos acontecimentos de semana passada, quando uma matéria do jornal norte-americano The New York Times declarou que sites de má reputação conseguem sair em posições privilegiadas pelo sistema de buscas, mostra que haverá mudanças no que se refere à maneira de galgar o topo dos resultados de busca.
“Ter má reputação é, e tomara que isso seja assim sempre, negativo para quem quer fazer negócios no Google”, afirmou o Googler Amit Singhal em um blog post depois de o caso vir a público.
É sabido que a Google costuma manter muito segredo em torno do algoritmo usado para determinar como as SERPs (páginas de resultados de busca) são apresentadas. O objetivo é manter o sistema de buscas blindado contra manipulação. Os aprimoramentos feitos na fórmula devem trazer resultados que dão menor relevância àqueles que denotam uma má experiência do usuário.
Reviews e avaliações de usuários
Possivelmente esses dois fatores devem ser incorporados ao algoritmo do Google.
Singhal explica que, mesmo com a introdução desse recurso, os sites de e-commerce devem continuara a aparecer nos resultados de busca. Acontece que os sites terão um resumo das avaliações feitas por usuários exibido ao lado de seus links nas SERPs.
Acho que uma aproximação mais lógica seria calcular a qualidade final dessas avaliações e incluí-la no cálculo do ranking. Acredito que essa será a medida a ser tomada pelo Google.
Black Hat e “sorte de principiante”
Antes de continuar esse artigo, quero esclarecer que pelo menos um profissional de SEO (otimização de páginas para buscas na web) não acredita que as declarações do proprietário do decormyeyes.com, Vitaly Borker, sobre a estratégia de publicidade negativa tenham sido responsáveis pelas posições privilegiadas nos resultados.
Byrne Hobart, do site Search Engine Land, afirma que não foi isso o que ajudou o site de Vitaly a permanecer entre os principais links do Google. Para ele, um link colocado em um blog do New York Times em 2009 e que tratava dos óculos de sol da marca Versace 2049 foi o que motivou essa ascensão.
Para analisar o site de Vitaly, Hobart uso ou Yahoo! Open Site Explorer, serviço de análise de sites do Yahoo!. de acordo com as informações do Yahoo Site Explorer a maioria dos links que apontam para o site de Vitaly vêm de outras páginas pagas e de conteúdo pobre.
Hobart afirma que o que levou o decormyeyes.com ao topo foi uma combinação de técnicas mal vistas pelo Google e  chamadas de Black Hat.
De acordo com a SEOmoz, empresa que presta acessória de SEO para diversos clientes do exterior, os cinco fatores mais importantes para chegar a bons resultados dentro do Google são, atualmente, os seguintes:
1. Links com texto âncora relevante
2. Volume de links externos
3. Diversidade de sites com links para a página referida
4. Relevância do título da página (deve conter os termos usados para pesquisa)
5. Relevância do domínio que tem link para o site (reputação desse sites e distância entre servidores)
Os itens um, dois e cinco deixam claro por que o link no blog do NYT foi decisivo para impulsionar a ascensão do decormyeyes.com aos primeiros resultados.
Segundo informações do SEOmoz, links comprados são fatores altamente negativos,entre outros, para a reputação de um site.
Mas quais seriam as consequências para otimizadores de sites para buscadores? Seguem alguns:
Partindo do princípio de que você não lançou mão dos mesmos recursos escusos usados por Vitaly para promover o DecorMyEyes. Sugiro que continue praticando o bom SEO, baseado nas dicas que pode encontrar, por exemplo, em sites como o SEOmoz.
Afinal de contas, essas características são consagradas e têm influência “garantida” no ranking do Google.
Não use táticas “do mal
Face às alterações feitas pelo Google, agora é mais importante do que nunca ficar longe de técnicas obscuras. Conhecidas por Black Hat, o Google mantém os olhos voltados na busca por sites que aplicam essas técnicas; se já mantinha antes, agora usar esses recursos equivalerão a uma pena de morte para sites.
Fique atento às avaliações
Se minhas suspeitas estiverem certas e o Google incorporar as avaliações de clientes e de usuários em seu algoritmo, acredito que tenha chegado a hora de você prestar atenção no que dizem sobre sua marca por aí (na web). Vá de encontro a eles e contabilize a relação quantitativa de comentários positivos e negativos sobre a marca. Assim você poderá acompanhar a evolução de seu ranking no Google junto com as avaliações feitas na rede.
Pense no usuário
Pode parecer redundante e básico dizer isso, mas na internet ainda não se deram conta disso. “Trate bem os seus clientes e consumidores, vá de encontro às suas expectativas e, se puder, ultrapasse-as”.
Assim poderá, além de garantir que eles voltem, provocar comentários positivos acerca de seus produtos e serviços.
Essa regra é mais do que importante se considerarmos que, de acordo com uma pesquisa, usuários que tiveram seus problemas resolvidos em pouco tempo, geraram retorno altamente positivo para as marcas. Diferente de usuários que encontraram dificuldades em transações online e não foram atendidos.

Laboratórios móveis levarão aulas práticas a 20 estados

Estudantes do Programa Escola Aberta do Brasil (e-Tec) terão aulas práticas em novos laboratórios móveis no primeiro semestre do próximo ano. O ministro da Educação, Fernando Haddad, conheceu nesta quinta-feira, 9, em Brasília, o modelo da empresa vencedora que vai confeccionar e distribuir os laboratórios. Ao todo serão beneficiados 28.996 estudantes de 41 cursos técnicos de ensino médio a distância distribuídos em 20 estados. 

Os laboratórios são montados em contêineres que poderão ser transportados por caminhões e deixados nos polos do programa. Destinam-se a aulas práticas e são preparados para diversos cursos. Cada veículo será composto por um ou dois laboratórios, de acordo com a necessidade de cada região. 

O laboratório móvel alia tecnologia a multifuncionalidade. Cada unidade conta com instalações de água, esgoto e gás, ar condicionado, energia elétrica e rede de ar comprimido, além de mobiliários e instrumentos de acordo com necessidade de cada curso. Os cursos do e-Tec são realizados por institutos federais e escolas técnicas estaduais distribuídos em 291 polos. 

São ofertadas vagas nas áreas de meio ambiente, saúde, segurança, apoio educacional, controle e processo industriais, gestão e negócios, hospitalidade e lazer, informação e comunicação, infraestrutura, produção alimentícia, produção industrial e recursos naturais.

Cada instituição poderá escolher o tipo de laboratório mais adequado para os cursos a distância oferecidos. O tamanho do laboratório pode variar entre 35 e 75 metros quadrados. A empresa tem um prazo de noventa dias para produzir e começar a entregar os veículos. 

Assessoria de Imprensa da Seed



Minha Opinião.
De certa forma demorou um pouco de acontecer, mas é uma ação muito bem vinda neste momento e que certamente irá gerar uma maior integração entre a comunidade e o MEC.