quarta-feira, 13 de outubro de 2010

O Gestor e a educação

EU me formei a mais de vintes anos e naquela época não se dava muita importância a figura do gestor, éramos todos professores e saímos crus das faculdades sendo que muitas vezes encontrávamos realidades totalmente diferentes daquilo que o mundo universitário nos mostrava. Com o passar do tempo deixei de ser um aprendiz de professor para me transforma em um professor e depois de muitas decepções e vitórias; erros e acertos passei a afirmar que virei um educador por convicção própria graças a colaboração de muitos colegas e alunos, mas confesso até hoje encontro uma dificuldade danada de definir o que é GESTOR.
A algum tempo atrás, durante um seminário ,do tipo o palestrante é um gênio e você é apenas um inculto, escutei de um professor que o mal da escola pública está no gestor, só queria saber a qual gestor ele se refere, hoje em dia está fácil descobrir os problemas; adoeceu, virose; criminalidade, drogas; falência educacional, gestor, e por aí vai...sempre tem um vilão para atrapalhar ou prejudicar, sempre a culpa é de alguém.
Demorei um tempo para tentar me situar sobre o que a figura do gestor tem a haver com gestão e por mais que tentasse achar uma correlação eu só conseguia pensar naquele político eleito pelo estado de São Paulo, o Tiririca...”Você não sabe que ele faz..vote em mim que eu te conto”...acho que o princípio é o mesmo, a única diferença é que aqui tem os eleitos e os nomeados.
Hoje, no meu estado, uma boa parte dos gestores são professores que praticaram muito pouco a profissão por motivos pessoais ou convicções políticas. Alguns simplesmente nem sabem o que é dar aula. Estas pessoas esquecem o que é ser um bom professor ( preste atenção, não estou falando de educador )e não sabem administrar as diferenças, ou escutar sugestões e fogem da criatividade como diabo foge da cruz. São mestres em tecer relatórios recheados de números ( hoje em dia quantidade é sinônimo de qualidade na educação) e ainda tem em volta um cortejo de admiradores prontos a lhes defender com os dentes.
Não sou contra uma boa gestão se for para gerir, sou contra um mau gestor que transforma a educação em um desfile de moda e ego, cita Paulo Freire a todo momento e encara toda a critica como sendo assunto pessoal. Só peço ao gestor que ao ler este artigo entenda a minha dúvida...Você faz exatamente o que? Qual é a sua formação? Você prefere ser gestor ou professor? Da onde vem a sua experiência?
Pois é...desta forma acho que vou poder definir a função de gestor e reduzir a minha falta de conhecimento...Por experiência própria sei que o bom gestor combate idéias com idéias...o mau usa o assédio moral e profissional para se perpetuar, sendo assim antes de responder ou criticar...tenha calma.

VOCE É MUITO IMPORTANTE PARA NÓS!!!

Querido Mestre

Trago-te um recado de muita gente.
Houve gente que praticou uma boa ação,
Manda dizer-te que foi porque
Teu exemplo convenceu.
Houve alguém que venceu na vida,
E manda dizer-te que foi porque
Tuas lições permaneceram
E houve mais alguém que superou a dor,
E manda dizer-te que foi a lembrança
De tua coragem que ajudou.
Por isso que és importante…
O teu trabalho é o mais nobre,
De ti nasce a razão e o progresso.
A união e a harmonia de um povo!
E agora… Sorria!!
Esqueça o cansaço e a preocupação,
Porque há muita gente pedindo a Deus
Para que você seja muito Feliz!!!

Parabéns pelo seu dia!!!!
(autor desconhecido)

enviado pela amiga Claudia Frota...e assim vamos levando a nossa vida de educador:
somando experiências;
diminuindo as dificuldades;
multiplicando os esforços e
dividindo a alegria entre todos os que acreditam na educação como um ato de FÉ.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

UnB oferece 1.105 vagas de licenciatura para Vestibular UAB 2010

A Universidade de Brasília (UnB) abriu às 10h desta segunda-feira, 04, as inscrições para preenchimento de 1.105 vagas em oito cursos de Licenciatura, na modalidade de educação a distância, no âmbito programa Universidade Aberta do Brasil (UAB). As inscrições poderão ser feitas, via internet, até o dia 21 de outubro. A taxa de participação é de R$ 50.

As vagas estão distribuídas entre os cursos de Artes Visuais, com 150 vagas, Teatro (125), Música (100), Biologia (80), Educação Física (240), Geografia (160), Letras (100) e Pedagogia (150).

No momento da inscrição, o candidato deve optar pelo curso e por uma dentre as 13 cidades, em sete estados, onde realizará as provas. Para os candidatos aprovados, estas localidades serão polos de apoio presencial dos cursos para realização de atividades presenciais obrigatórias, como avaliações e aulas práticas, encontros e tutorias.

As cidades polo de apoio presencial da UAB/UnB são Piritiba (BA), Anápolis (GO), Alexânia (GO), Goiás (GO), Posse (GO), Ipatinga (MG), Buritis (MG), Barra do Bugres (MT), Primavera do Leste (MT), Duas Estradas (PB), Barretos (SP), Itapetininga (SP) e Palmas (TO).

Os candidatos que residirem na região de influência dos polos de apoio presencial, caso não sejam eliminados do vestibular, terão o resultado da prova objetiva multiplicado por 1,2 pontos para cálculo da nota final de classificação.

Para comprovação de residência, os candidatos deverão enviar, até o dia 5 de novembro, por meio de SEDEX ou por carta registrada com aviso de recebimento, cópia autenticada em cartório do comprovante de residência do último mês que antecede o período de inscrição, no qual conste o endereço residencial do candidato. O endereço para postagem é:

Central de Atendimento do CESPE/UnB
Vestibular UAB - Graduação em Curso de Licenciatura 2010
Caixa Postal 4488
CEP 70904-970
Brasília/DF

Provas

A prova objetiva e redação será aplicada para todos os candidatos em 18 de dezembro. Os cursos de Licenciatura em Música e Teatro exigem prova prática, que ocorrerá em 16 de dezembro.

Haverá, também, na data de 17 de dezembro, prova de habilidades específicas para estes cursos e para o de Artes Visuais, este último incluindo apresentação de currículo e portfólio.

fonte: Brasil Escola

No Paraná....Alunos têm o primeiro contato com o projeto UCA


Na quarta-feira (29) os alunos da Escola Municipal Mauro Portugal receberam as primeiras orientações de como manusear os computadores que fazem parte do programa federal “Um Computador por Aluno” (UCA). A escola foi a primeira a receber os equipamentos que irão auxiliar no aprendizado e visam à inclusão digital.

Ao todo serão 504 netbooks, sendo que destes 480 serão destinados aos alunos e 24 aos professores e funcionários da administração (diretoria e pedagogia). Os computadores portáteis possuem travas de segurança e funcionam apenas como ferramenta pedagógica. “Será muito útil no aprendizado, principalmente para a leitura dos mais novos”, afirma a diretora, Telma Maria A. Lopes.

Desde o dia 20 de setembro os professores recebem treinamento intensivo para incluírem de forma correta o equipamento como ferramenta de ensino. “No treinamento são apresentadas as maneiras de como os professores podem usar netbooks para que não disperse a atenção dos alunos”, explica a professora multiplicadora do Núcleo de Tecnologia Municipal, Esther Coelho.

Está previsto que até o final do ano letivo os alunos já estejam utilizando os computadores em sala de aula. A escola é quem irá decidir se os alunos podem ou não levar o equipamento para casa. “Estamos analisando o que será melhor, por medida de segurança”, conta a diretora.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Inclusão digital só tem trapalhadas

O governo Lula não alcançará as metas do Programa GESAC (Governo Eletrônico e Serviços ao Cidadão) que previa levar a banda larga, em duas fases, a um total de 107 mil escolas de primeiro e segundo graus. O projeto, a cargo do Ministério das Comunicações, iniciado em 2008, previa entregar em 2010 um total de 55 mil escolas conectadas e contratar sua ampliação para 107 mil escolas. Mas não alcançará nenhuma das metas.

A parceria firmada em 2008 previa que as concessionárias de telefonia levariam a banda larga às escolas, enquanto ao governo caberia treinar 80 mil professores, produzir conteúdos, adquirir e instalar os computadores para cada escola, manter os equipamentos, preparar as comunidades de cada cidade e fiscalizar todas as etapas do projeto.

As concessionárias de telefonia cumpriram sua parte, mas o governo, não. Mesmo assim, a ex-ministra Dilma Rousseff tem afirmado que o governo Lula já conectou 44.218 laboratórios das escolas à rede de internet.

A afirmativa é parcialmente verdadeira, pois, para que essas 44.218 escolas possam utilizar a internet de banda larga, ainda faltam computadores, conteúdos e professores treinados. Pior ainda: por falta de recursos, o governo federal cancelou na semana passada a segunda parte do projeto. Os responsáveis pelo projeto chegaram à conclusão de que, por erro de planejamento, não será possível conectar via satélite a maioria dos pontos de presença do GESAC. Além dos custos proibitivos para esse tipo de conexão, o Brasil precisaria dispor hoje de mais 13 ou 15 novos satélites de telecomunicações.

Diante desse cenário, o Ministério das Comunicações decidiu reduzir de 107 mil para 55 mil pontos de presença em sua nova proposta de licitação do aumento de capacidade de conexão do GESAC. Segundo o novo edital, que deveria ser posto em consulta pública nesta semana, 33 mil conexões à internet serão destinadas a escolas rurais públicas, que já dispõem de laboratórios de informática. As 12 mil restantes substituirão as atuais, que atendem telecentros, aldeias indígenas, pontos de cultura, telecentros da pesca e da Fundação Banco do Brasil, Casa Brasil, Fome Zero, Proinfo, entre outras comunidades.

fonte: ADnews

Minha Opinião
Fica quase impossível o governo federal cumprir a sua promessa por muitos fatores, pois trabalhar em parceria se torna complicado quando o seu parceiro só quer fazer a presença física.
Existem muitos erros no modelo de inclusão digital adotado pelo governo, desde a qualificação do docente até a falta de uniformidade e compromisso de alguns governos estaduais. Concordo com um professor de uma renomada instituição de ensino superior...certas coisas são erro de gestão, mas é preciso falar uma verdade, muitos projetos do governo federal não encontram reciprocidade nos seus parceiros, bem como o governo avalia mal o seu parceiro.